O UNIVERSO DO DEUS DOS HEBREUS   (23/03/2013)
Religião
Por: Anticristo

Nos dias dos hebreus, as coisas eram bastante diferentes de hoje.
Muitas coisas hoje impossíveis eram possíveis dentro do pensamento deles, e existiam muitas coisas que hoje não existem:
o planeta era em algo plano a flutuar sobre as águas; era possível, de um ponto alto, avistar o mundo inteiro; os céus tinham bordas; as estrelas eram pequeninas, podendo até caírem sobre a Terra;  o Sol e a Lua eram os maiores astros existentes no firmamento; etc.
 

ERA POSSÍVEL AVISTAR O MUNDO INTEIRO

Satanás levou Jesus ao cume de um alto monte, e, de lá, mostrou “todos os reinos do mundo”. Como isso ocorreu?

Sabemos que é impossível de qualquer ponto do universo ver todos os reinos do mundo, porque só podemos enxergar um lado da Terra de cada vez.

Todavia, nos dias de Jesus, isso parecia possível; porque não sabiam que ela é um globo, imaginando que a Terra fosse plana.

 

AS EXTREMIDADES DOS CÉUS

Está escrito que Jesus “enviará os seus anjos com grande clangor de trombeta, os quais lhe ajuntarão os escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus” (Mateus, 24: 31).

Onde ficam as extremidades dos céus?

O que ocorre é que, naqueles dias, pensava-se que a Terra estivesse flutuando sobre águas e os céus fossem uma abóbada que ficava por cima dela.

 

AS ESTRELAS CAIRÃO DO CÉU

Próximo da volta de Cristo, as estrelas deverão cair do céu (Mateus, 24: 29).

Isso é possível?

Sabemos que as menores das estrelas são milhares de vezes o tamanho da Terra, e elas se contam aos bilhões ou trilhões, sendo impossível elas caírem sobre ela. Se uma estrela se aproximasse a poucos milhões de quilômetros da Terra, isso já seria suficiente para destruir toda a vida terrena.

Todavia, nos dia de Jesus, não havia as tecnologias visuais de hoje, e cria-se que as estrelas fossem pequeninas como nossos olhos nus as vêem nos céus.

 

ÁGUAS DEBAIXO DA TERRA

Yavé proibiu a seu povo que fizesse imagens do “que há que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra” (Deuteronômio, 5: 8).

Há águas debaixo da Terra?

Hoje, todos sabemos que há água na superfície da Terra, e que ela não está em cima de nada. Mas, naqueles dias, imaginava-se que a Terra estivesse flutuando sobre águas. O mandamento de Yavé reflete o que pensavam os hebreus simplesmente.


ÁGUAS SOBRE AS NUVENS

Jó, admirando as obras de Yavé, teria dito:“Prende as águas em suas densas nuvens, e a nuvem não se rasga debaixo delas” (Jó, 26: 8).

Há realmente águas presas em cima das nuvens?

Sabemos que não, que as próprias nuvens são constituídas de gotículas de água. Mas, para os hebreus, como devia ser para o resto do mundo de então, as nuvens eram algo como lençóis, sobre os quais Yavé prendia as águas. Era admirável como o peso das águas não rasgava as nuvens.

O SOL E A LUA

Está escrito que no quarto dia da criação foram feitos os astros. “E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos; e sirvam de luminares no firmamento do céu, para alumiar a terra. E assim foi. Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas” (Gênesis, 1: 14-16).

Por que o Sol e a Lua foram chamados de “dois grandes luminares”, se todas as estrelas são muitos milhares de vezes o tamanho da lua, e grande parte delas são muito maiores do que o Sol?

Tais quais nossos ingênuos olhos nos apresentam os astros, a palavra divina de Yavé diz que foram feitos os dois grandes luminares, a saber, o Sol e a Lua, também “as estrelas”. Estas são muitas, mas coisas minúsculas, capazes de caírem pela terra. Era exatamente essa a visão do “filho do deus vivo”, o Jesus de Nazaré, que teria afirmado que, precedendo o seu retorno à Terra, “as estrelas cairão do céu” (Mateus, 24: 29). E um tal João, inspirado pelo deus onisciente, teria visto as estrelas caindo “sobre a terra, como quando a figueira, sacudida por um vento forte, deixa cair os seus figos verdes” (Apocalipse, 6: 13). Vemos aí que a verdade de Yavé era o errôneo pensamento dos hebreus.

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